sábado, 29 de outubro de 2011

Poeta do dia:Álvares de Azevedo

Manuel Antônio Álvares de Azevedo nasceu em São Paulo, em 12 de setembro de 1831; filho de Inácio Manuel Álvares de Azevedo e sua esposa, Maria Luisa Silveira da Mota, ambos de famílias ilustres.
Criou-se no Rio de Janeiro onde fez os estudos secundários, bacharelou-se no Colégio Pedro II em fins de 1847.
Aos dezesseis anos de idade matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, onde fundou a revista "Ensaio Filosófico Paulistano". No primeiro ano do curso jurídico, produziu uma peça teatral em que imitava Shakespeare, traduziu a "Parisina" de Byron e traçou as cenas principais do drama Conde Lopo, de que só restam alguns fragmentos. Durante sua graduação foi um leitor sistemático de Homero, Dante, Shakespeare, Byron, Musset, Heine e da Bíblia. Estava no último ano do curso quando foi atacado pela tuberculose que se agravou com um tumor na fossa ilíaca, submeteu-se a uma operação que não teve efeito. O poeta morreu com vinte anos e meio a 25 de abril de 1852.
Não publicou em vida, senão alguns poemas esparsos e discursos. Um ano depois de sua morte que foi publicado com grande sucesso a "Lira dos vinte anos". Seu nome sempre foi cercado de uma aura de satanismo, libertinagem e morbidez, fruto de sua inspiração nos grandes românticos europeus. Ao sucesso de seu primeiro livro surgiram outros de conto, teatro e poemas.
obrasLira dos vinte anos - resumo
Poesias diversas
Poema do Frade
Noite na Taverna (1855) - resumo
Macário - resumo
O Conde Lopo
O livro de Fra-Godinho
Discursos (1948)
Poemas Malditos (seleção - 1988)
"Invejo as flores que murchando morrem,
E as aves que desmaiam-se cantando
E expiram sem sofrer...